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sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Drive-thrus autónomos são o futuro da McDonald’s


O McDonald's trabalhou com a IBM para desenvolver a tecnologia necessária para criar um drive autônomo. A ideia é que os clientes da rede de catering possam a cessar o serviço, fazer e receber pedidos sem interagir com outra pessoa. O robô cuidará de tudo.

De acordo com a CNBC, esta é uma parceria estratégica baseada em inteligência artificial envolvendo a aquisição do McD Tech Labs pela IBM. Esta empresa foi adquirida pelo McDonald's em 2019. O nome original era Apprente, mas posteriormente adotou outro nome porque integrou o mundo do gigante do fast-food.

De acordo com o acordo, aproximadamente 100 funcionários do McDonald's farão parte da equipe da IBM. De acordo com o diretor financeiro do McDonald's, Kevin Ozan (Kevin Ozan), não se espera que tenha um impacto financeiro significativo.

A tecnologia da Apprente (ou McD Tech Labs) usa inteligência artificial para entender melhor os pedidos dos clientes por meio de serviços drive-through. De acordo com o CEO do McDonald’s, Chris Kempczinski (Chris Kempczinski), o McDonald’s testou a tecnologia em vários restaurantes em Chicago, EUA neste verão, e trouxe "grandes benefícios para clientes e funcionários".

NESPRESSO A ARTE DOS CAFÉ✔

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O novo Porsche 911 GT2 RS acaba de estabelecer um novo recorde de velocidade no circuito de Nürburgring.


     No mítico Nordschleife, o novo Porsche 911 mais potente de sempre, com um motor de 3.8 litros, biturbo, com 700 cv e 750 Nm, estabeleceu um novo tempo de referência para desportivos de tração traseira, com homologação de estrada, ao registar o tempo de 6’47,3’’ minutos por volta, “pulverizando” o anterior recorde de 6’52’’, que pertencia ao Lamborghini Huracan Performante, equipado com motor V10 de 5.2 litros e 640 cv. Com este tempo “canhão”, o 911 GT2 RS também retira usn incríveis 10 segundos ao anterior melhor tempo da marca naquele traçado alemão, fixado pelo híbrido 918 Spyder, com um V8 de 608 cv, auxiliado por dois motores elétricos (com 129 cv à frente e 156 cv atrás). “Tínhamos estabelecido como objetivo para o GT2 RS um tempo inferior aos 7’05’’ no traçado de Nürburgring. O crédito por termos batido esse nosso objetivo por quase 20 segundos vai por inteiro para os nossos engenheiros de desenvolvimento, os mecânicos e o piloto”, disse Frank-Steffen Walliser, vice-presidente da Porsche para a competição. A média de velocidade registada pelo GT2 RS ao longo dos 20,6 km do técnico circuito, também conhecido como “Inferno Verde”, foi de 184,11 km/h! A marca agora fixada pela Porsche é tão surpreendente que o recorde absoluto daquela pista adotada como referência pela maioria dos fabricantes de automóveis superdesportivos, estabelecido pelo estratosférico NextEV Nio EP9, hipercarro chinês, equipado com quatro motores elétricos, está a menos de dois segundos…! fonte kbb

sábado, 26 de novembro de 2016

A bateria do seu smartphone permite, de forma silenciosa, dizer ao mundo o que anda a ver na Internet



O seu telemóvel tem um componente espião

O mundo tomou consciência dos problemas da segurança, e da falta dela, após o caso Edward Snowden. As pessoas passaram a estar mais atentas às medidas de segurança, assim como as empresas que desenvolvem produtos e serviços.
O nosso smartphone, por exemplo, está hoje mais seguro, com a informação cifrada. Contudo, há um componente no nosso telefone que, sem darmos conta, diz ao mundo onde estamos… sabe qual é?
Se lhe disser que a bateria do seu smartphone permite, de forma silenciosa, dizer ao mundo o que anda a ver na Internet, a que horas e onde, provavelmente vai ficar de boca aberta, mas é verdade.
Para já, quem tem tirado proveito desta “invulgar” informação são as empresas de publicidade online. Ainda não está convencido?

Mas como é possível a bateria “dizer” por onde navegamos?

O consórcio World Wide Web (W3C) implementou uma nova especificação que permite aos sites verificarem as estatísticas ligadas às baterias dos dispositivos, a API do status da bateria. Esta informação sai mesmo sem a nossa autorização.
Um grupo de investigadores franceses e belgas publicaram, esta semana, um documento que detalha como a bateria num dispositivo com um navegador compatível com W3C – neste caso Firefox a correr em Linux – pode ser explorado para identificar o utilizador.
A revelação, de que o estado da bateria de um dispositivo pode ser mal utilizado, não é nova! Em fevereiro deste ano, Yan Michalevski e um grupo de investigadores da Universidade de Stanford fez a mesma descoberta. Michalevski informou que “medir o consumo de energia total do telefone ao longo do tempo revela completamente a localização do telefone e do movimento.”

Mas a quem interessa saber este tipo de informação?

Saber por onde navegamos, a que horas e que conteúdos pesquisamos? Interessa a muita gente, mas uma indústria como a publicidade online paga milhões aos motores de pesquisa e a redes sociais para “instalarem” cookies identificando o padrão do cibernauta, agora vamos imaginar esta informação disponível com toda esta precisão? Não é fantástico?

Há sistemas mais vulneráveis que outros?

Não. Não faz qualquer diferença se o smartphone tem o sistema operativo iOS, Android, Windows Phone, BlackBerry ou mesmo Firefox OS. Também não tem qualquer importância se o utilizador desligou os serviços de localização. Se tem dentro do telefone uma bateria e usa um navegador compatível com os padrões W3C… então está em risco.
Estes relatórios dão conta de uma parte mais preocupante. A informação com base no rastreio das estatísticas da bateria de facto estão a passar informação que só a si lhe diz respeito e não tem como evitar esta invasão de privacidade. Mesmo que use o modo Navegação Privada, o site ao identificar antes e depois a sua bateria permite ao anunciantes simplesmente substituir o cookie que desaparece quando o utilizador encerrar a sua sessão privada.

E não há contra-medidas a este problema?

Segundo a equipa que lidera esta investigação, há dois passos que podem ser feitos para corrigir, de forma até simples, este problema. Um dos passos passa por limitar a precisão com que a bateria entrega a informação do comportamento do smartphone e do seu utilizador. A API teria de ser reescrita e acautelar que não passa determinado grupo de dados.
Por outro lado, os navegadores nos sistemas dos smartphones, deveriam solicitar ao utilizador permissão quando um site quer tirar proveito desta API. Desta forma o utilizador estava ao corrente do que poderá passar “ao site” sobre o seu comportamento online.
As duas medidas em conjunto, o que se espera que seja aplicado em breve, irão permitir um nível de privacidade e segurança que se exige actualmente.
A Electronic Frontier Foundation (EFF), uma organização sem fins lucrativos que defende a liberdade civil no mundo digital, está já a trabalhar numa campanha, com o nome Do Not Track, que tenta regular este tipo de “novidades”.
Depois do Ferros de engomar, dos processadores dos computadores ou mesmo das portas USB dos computadores desligados, esta é a nova moda para “alguém” saber o que fazemos, quando fazemos e com quem fazemos.
Por Pplware

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Sold Screen Parceria com as Melhores Marcas - Campanha POS 08/11 a 22/11/2015


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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Sleep Box ou Caixa Para Dormir


Trata-se, como o nome indica, de uma pequena caixa de 2m x 1,40m x 2,30m para dormir com conforto e segurança. Oferece momentos de sono tranquilo e descanso numa cidade, sem perda de tempo à procura de um hotel.
Foi idealizada para estar presente em estações de trem, aeroportos, locais públicos centrais, entre outros locais onde possa haver aglomerações de pessoas exaustas. Em países com um clima temperado a Sleepbox poderá ser utilizada também nas ruas.
Graças à Sleepbox qualquer pessoa tem a oportunidade de passar a noite em segurança e de forma barata, em caso de emergência. O espaço móvel inclui uma cama e está equipado com um sistema de mudança automática de lençóis, sistema de ventilação, alerta sonoro, televisão LCD incorporada, WiFi, plataforma para um computador portátil e phones recarregáveis. Debaixo do chão há ainda um espaço para as malas. O pagamento poderá ser feito em terminais partilhados, que dariam ao cliente uma chave electrónica, sendo possível comprar 15 minutos ou várias horas.